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Acusada de latrocínio do taxista Alex de Camacan tem prisão preventiva decretada e é considerada foragida

Por marlonfm

O delegado da Polícia Civil de Canavieiras, Renato Fernandes, enviou nesta quinta-feira, 22, o Inquérito Policial que investigava a morte do taxista Alex Cruz Pererira, de Camacan/BA que foi encontrado morto na cidade de Canavieiras na manhã do dia 15 de dezembro de 2017.

A polícia comprovou que no dia 14 de dezembro de 2017 o casal Alisson de Souza Vinhas e sua esposa Ina Rocha dos Santos,21 anos(na época do crime),saíram da cidade de Porto Seguro e contrataram em Camacan a corrida até a cidade de Canaveirias onde a Ina, possui familiares na zona rural.Também ficou comprovado que o casal já conhecia o taxista e agiram premeditadamente.A intenção era roubar o veículo do taxista executando o mesmo.

Ao passarem pela zona rural de Canavieiras fizeram o taxista descer do carro e ele foi executado com vários tiros dentro de um matagal. Ocorreu que o caso ganhou repercussão e com filmagens do casal criculando na cidade de Camacan,no dia 14 foram disseminadas através de aplicativos de redes sociais, tendo eles sido identificados quase que imediatamente.

No dia seguinte abandonaram o veículo  roubado no Distrito de Arraial da Ajuda/Porto Seguro-BA, e se deslocaram para o povoado de Itabatan, município de Mucuri-BA que faz divisa com ES e MG. Na época o casal foi localizado pela polícia, Alysson morreu em confronto e sua esposa foi presa. Ambos estavam com identidades falsas e vários pertences da vítima, bem como a arma utilizada no crime e drogas. O casal já havia sido preso em Porto Seguro por tráfico de drogas no mesmo ano, e ela conseguiu ser liberada pela Justiça nas duas ocasiões. A Polícia nas investigações comprovou que a esposa entrou em contradição nas declarações prestadas, ela tinha pleno conhecimento e participou de forma direta da execução da vítima.

Após representação da autoridade policial a esposa de Alisson teve sua prisão preventiva decretada e encontra-se foragida.A pena nesse caso varia entre 20 e 30 anos de reclusão.

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