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Carnaval: Rui diz que não aceitará “ultimato de ninguém” Vereador rebateu críticas

Por marlonfm

O vereador e presidente da Comissão Especial de Retomada dos Eventos de Salvador, Claudio Tinoco (Democratas), rebateu as críticas do governador Rui Costa às onze recomendações encaminhadas pela Comissão acerca da realização do Carnaval em 2022 na capital baiana. Nesta quarta (10), Rui afirmou em evento que não vai aceitar “ultimato de ninguém”, e que não irá anunciar a realização do Carnaval em novembro.

“O ex-vereador da Capital e hoje governador da Bahia mostra mais uma vez sua essência autoritária ao desqualificar a Câmara Municipal de Salvador. Nossa recomendação está lastreada na técnica, na análise responsável dos indicadores oficias da pandemia, na transparência, na participação da sociedade, na razoabilidade e na impessoalidade”, afirmou o vereador Claudio Tinoco.

Tinoco ainda lembrou que as recomendações foram construídas após a realização de duas audiências públicas que debateram a realização de eventos na capital e que reuniram entidades representativas da festa, tanto de blocos e camarotes, como de cordeiros e ambulantes, por exemplo.

“Protocolamos hoje o pedido de audiência com o governador para tratarmos pessoalmente sobre as recomendações apresentadas no relatório da Câmara. Mas recebemos essa agressiva resposta pública. Só recomendamos e queremos respostas objetivas do governador, por exemplo, quais são os indicadores da pandemia que ele se refere, seus valores históricos e a serem alcançados para realizar o Carnaval?”, questionou Tinoco.

O vereador ainda criticou o trabalho desenvolvido pelo governo do estado para o setor da Cultura. “O governador nunca demonstrou gosto pela Cultura, pelo Turismo e pelos eventos. O governo tem uma grande dívida com atrações, produtores e fornecedores de festas de carnaval e São João há dois anos e anda fugindo dos credores. Rui não quer ajudar em um evento feito majoritariamente pela Prefeitura administrada por um prefeito de outro partido em ano eleitoral. É uma posição meramente política e personalística”, afirmou Tinoco.

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