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PT e Jaques Wagner articulam estratégia para concorrer ao governo baiano

Por marlonfm

Por meio de um comunicado enviado à imprensa, na manhã desta segunda-feira (7), o Partido dos Trabalhadores reafirmou a decisão de candidatura própria ao Governo do Estado nas eleições deste ano. A informação foi dada mais cedo, em primeira mão, pelo senador Jaques Wagner.

Veja o aúdio da entrevista concecida ao Metro 1

Na nota, o PT salientou que a prioridade absoluta é a eleição do presidente Lula para “combater o bolsonarismo e sua agenda neoliberal”, mas entende o papel estratégico da Bahia enquanto quarto colégio eleitoral do Brasil e maior do Nordeste, “região fundamental” para a vitória do ex-presidente na corrida presidencial.

De acordo com Wagner, a cabeça de chapa está entre os secretários Jerônimo Rodrigues, da Educação, e Luiz Caetano, de Relações Institucionais, ou a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho.

“Demos acolhimento à decisão política do senador Jaques Wagner de não mais disputar as eleições 2022 e saudamos a decisão do governador Rui Costa de finalizar o mandato dado pelo povo baiano”, disse a legenda na nota.

OTTO ALENCAR – O senador Otto Alencar (PSD) disse, na sexta-feira (7), que “sempre” foi candidato à reeleição, e “nunca” cogitou ser postulante a governador nas eleições deste ano.

“Eu nunca me coloquei como candidato a governador, em momento nenhum, quem me colocou foram vocês, da imprensa, que colocaram o meu nome como candidato a governador. Eu sempre me coloquei como candidato a senador”, disse Otto, em entrevista à imprensa.

Otto disse ainda que, na reunião da semana passada, com o vice-governador João Leão (PP) não se discutiu a possibilidade de ser candidato ao governo da Bahia. “Não tratei com ele (João Leão) de nenhuma posição de governo até porque quando tive com ele, eu disse que seria candidato a senador, como sempre disse que era candidato ao senador. É uma situação resolvida”, pontuou.

O senador declarou ainda que ficará no grupo político, e caberá ao senador Jaques Wagner (PT) decidir o nome do postulante ao governo. “Eu tenho 11 anos nesse grupo. Nesses 11 anos, as minhas pegadas e meus amigos estão nesses caminhos. E nós vamos continuar nesse caminho. Independente da posição, da escolha que eu deleguei a Wagner, dele escolher o candidato do Partido dos Trabalhadores’”, afirmou ele.

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